Corteva conclui separação do negócio de sementes em Vylor
As ações ordinárias da Vylor devem começar a ser negociadas regularmente na New York Stock Exchange sob o símbolo VYLR em 1º de outubro de 2026
Publicado · Atualizado
Gráfico: CTVA, preços por minuto, três pregões
Atualizaçãoquinta-feira, 1 de outubro de 2026 às 8:17 ET
Na negociação pré-mercado desta quinta-feira, as ações da Corteva caíam 80,8%, a US$ 14,93, refletindo a separação do negócio de sementes e de seu valor em ativos na Vylor
Corteva concluiu a separação de seu segmento operacional de sementes em uma empresa independente de capital aberto chamada Vylor. A cisão foi realizada por meio de uma distribuição proporcional de todas as ações ordinárias em circulação da Vylor aos acionistas da Corteva registrados em 24 de setembro de 2026.
A distribuição seguiu uma sequência que passou pela aprovação do conselho, pelo aval da SEC e por uma troca de títulos de dívida vinculada à cisão. O conselho da Corteva dispensou uma condição que exigia a ausência de qualquer impedimento legal, na medida em que não fosse satisfeita apenas por causa de uma possível liminar, abrindo caminho para a distribuição antes da abertura do mercado de quinta-feira. Essa dispensa veio depois que a Corte de Apelações dos EUA para o Quarto Circuito reverteu uma decisão de instância inferior que havia bloqueado o spin-off após uma liminar pedida pela Califórnia.
As taxas de adesão nas três séries de títulos envolvidas na troca variaram entre 87% e 95%, deixando um pequeno resíduo de títulos não aderidos a ser resolvido após a separação. A liquidação dos títulos da EIDP, que captaram recursos a 6%, deve ocorrer junto com a cisão entre uma empresa de proteção de cultivos, que mantém o nome Corteva, e o negócio de sementes agora pertencente à Vylor Inc.
A distribuição de hoje e a estreia da VYLR marcam a última etapa prevista desse processo, e não uma informação nova. Com a separação concluída, a Corteva passa a ser negociada como o negócio independente de proteção de cultivos, e a economia por ação definida anteriormente, incluindo os títulos da EIDP, permanece intacta, sem renegociação. O item mecânico que resta é a reclassificação da Corteva pela MSCI para mid cap e a inclusão da Vylor em índices padrão, ambas previstas para 2 de outubro.