Rutte diz que aliados da OTAN estão preparados para ataques híbridos russos
As declarações do chefe da OTAN seguem alertas de Emmanuel Macron sobre a multiplicação de atos hostis russos contra a França
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A declaração segue alertas do presidente francês Emmanuel Macron, que diz que a Rússia está multiplicando atos hostis e criminosos contra a França e ordenou proteção extra para instalações francesas. O alerta de Macron vem no momento em que enviados russos e negociadores do Kremlin conduzem conversas separadas com Washington sobre a Ucrânia.
O Kremlin diz que quer um acordo de paz completo, e não um cessar-fogo. Seu enviado de investimentos, Kirill Dmitriev, realizou novas conversas em Washington, após um encontro em Nova York entre o secretário de Estado americano Marco Rubio e o chanceler russo Sergei Lavrov.
A ênfase de Rutte na preparação soa menos como uma tranquilização do que como um alerta. Ao enquadrar a postura da OTAN em torno da prontidão para ataques, em vez de em torno da dissuasão que os impediria, isso sugere que a aliança vê as operações híbridas russas como uma ameaça ativa ou iminente, em linha com os alertas de Macron e a sequência de sabotagens russas relatadas pela Europa. Isso aponta para um risco crescente, não para a sensação de que a dissuasão está funcionando.