Bristol-Myers Squibb diz que IZA-BREN reduziu em 59% o risco de progressão da doença ou morte na Fase 3
Os resultados do estudo foram apresentados hoje no ESMO 2026, em Madri, e publicados ao mesmo tempo no The Lancet.
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O estudo, PANKU-Breast01 (NCT06343948), randomizou pacientes com câncer de mama HR+/HER2-negativo irressecável, localmente avançado, recorrente ou metastático. Todas haviam falhado em pelo menos uma linha prévia de quimioterapia.
A Bristol-Myers Squibb disse que o medicamento é um conjugado anticorpo-fármaco biespecífico de direcionamento duplo EGFRxHER3, potencialmente pioneiro em sua classe. A empresa afirmou que o medicamento mostrou benefício clínico em cinco tipos de tumor.
A Bristol-Myers Squibb disse que a taxa de resposta objetiva confirmada foi de 40,5% com o IZA-BREN e de 20,2% com quimioterapia. A duração mediana da resposta foi de 6,9 meses com o IZA-BREN e de 4,2 meses com quimioterapia. Em comparação com a quimioterapia, a taxa de resposta é aproximadamente o dobro. A redução de 59% na progressão ou morte acrescenta evidências além das taxas de resposta.
O IZA-BREN já havia atingido seus dois desfechos primários, sobrevida livre de progressão e sobrevida global, em um estudo de Fase 3 positivo em câncer de mama triplo-negativo após terapia com taxano, na China, informou a Bristol-Myers Squibb em seus resultados do primeiro trimestre de 2026.
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