RXO supera estimativas do terceiro trimestre enquanto venda de US$ 5,8 bilhões para a C.H. Robinson caminha para fechamento em 2027
A corretora de frete ganhou US$ 0,09 por ação sobre receita de US$ 1,87 bilhão, contra US$ 1,83 bilhão esperados.
A RXO superou as projeções para o terceiro trimestre, impulsionada por seu negócio de corretagem, o que dá à compradora C.H. Robinson mais evidências de que a operação de US$ 5,8 bilhões, paga em ações e em dinheiro, é sólida. O lucro chegou a US$ 0,09 por ação, US$ 0,02 acima das expectativas. A receita foi de US$ 1,87 bilhão, contra US$ 1,83 bilhão esperados.
O CEO Drew Wilkerson afirmou que a RXO superou sua própria projeção de lucro porque sua unidade de Brokerage continuou ganhando participação de mercado. Ele também destacou uma alta de 900 pontos-base, em relação ao trimestre anterior, na fatia de fretes de carga fechada vendidos a preços spot, e o desempenho de Last Mile e Managed Transportation. Um ponto-base equivale a um centésimo de um ponto percentual.
A operação foi anunciada em 5 de outubro de 2026 e deve ser concluída no primeiro semestre de 2027. As duas ações já refletem o negócio, de modo que o trimestre é menos um resultado isolado do que um teste do que a C.H. Robinson está pagando. Fundamentos melhores reduzem a diferença entre o preço fixado no anúncio e o negócio que está sendo comprado. Isso sustenta a tese de que as metas de sinergia e de ganho de lucro com a aquisição permanecem ao alcance até o fechamento.
A C.H. Robinson divulgou seu próprio resultado acima do esperado no terceiro trimestre em 28 de outubro. Seu presidente executivo, Bozeman, disse que a empresa usaria métodos Lean e ferramentas de IA para evitar os problemas de integração que prejudicaram fusões anteriores no setor de corretagem de frete. A questão, para os acionistas dos dois lados, agora é saber se a combinação será bem executada.
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