Nucor registra lucro do terceiro trimestre de US$ 5,80 por ação, US$ 0,18 abaixo das expectativas, com receita de US$ 11,25 bilhões
A receita de US$ 11,25 bilhões superou as projeções, e o conselho declarou um dividendo trimestral de US$ 0,56 por ação.
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Gráfico: NUE, preços por minuto, três pregões
A Nucor reportou lucro no terceiro trimestre de US$ 5,80 por ação em base GAAP, ou seja, segundo as regras contábeis padrão dos EUA. O resultado ficou US$ 0,18 abaixo das expectativas. A receita somou US$ 11,25 bilhões, acima dos US$ 10,94 bilhões esperados. Às 16h55 ET, depois do fechamento do mercado, as ações estavam cotadas a US$ 258,00.
O presidente e diretor-executivo, Leon Topalian, disse que a demanda foi robusta nos principais mercados finais da companhia. Ele destacou US$ 2,7 bilhões de fluxo de caixa livre nos primeiros nove meses do ano, ou seja, o caixa que sobra após os custos operacionais e os investimentos de capital. Ele também citou o avanço na usina de laminação de chapas em Virgínia Ocidental e na linha de galvanização em Berkeley. O conselho declarou um dividendo trimestral em dinheiro de US$ 0,56 por ação, pagável em 10 de novembro de 2026, aos acionistas registrados em 30 de setembro de 2026.
A Nucor espera que o lucro do quarto trimestre fique aproximadamente em linha com o do terceiro, ou modestamente acima. O lucro nas usinas siderúrgicas e nos produtos de aço deve permanecer estável. Já o lucro na divisão de matérias-primas deve cair um pouco, por causa dos preços mais baixos do ferro de redução direta (DRI), queda que a companhia já havia sinalizado para esse segmento.
O resultado de US$ 5,80 está acima da faixa de US$ 5,55 a US$ 5,65 por ação que a Nucor havia divulgado em 17 de setembro. Portanto, o resultado abaixo do esperado é em relação às expectativas do mercado, e não em relação à própria orientação da companhia. O trimestre também não incluiu o reembolso em caixa de US$ 130 milhões nem o ganho de US$ 61 milhões com a avaliação da Helion, que impulsionaram o segundo trimestre, o que torna a tendência subjacente mais difícil de ler. Se as usinas siderúrgicas e os produtos de aço conseguirão compensar a fraqueza nas matérias-primas é o ponto a acompanhar.
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