EUA retiram alguns diplomatas de postos no Oriente Médio, informa CNN
O Departamento de Estado ordenou que funcionários não essenciais e todos os familiares deixassem a Arábia Saudita em 21 de outubro, citando ataques dos Houthis.
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O passo mais claro até agora é na Arábia Saudita. O Departamento de Estado ordenou que o pessoal não essencial e todos os familiares deixassem o país em 21 de outubro. O porta-voz do departamento, Tommy Pigott, disse que os Houthis vêm se envolvendo cada vez mais em hostilidades contra a Arábia Saudita. Um funcionário do Departamento de Estado disse à CNN que a redução de pessoal era "sobre os Houthis".
Em outros lugares, as medidas são menos formais. A Associação do Serviço Exterior (AFSA) afirmou que famílias fora da Arábia Saudita estão sendo orientadas a deixar o país sem ajuda para moradia nem ajuda de custo diária. A AFSA disse que foi informada de que suas embaixadas não estão mudando de status em relação às operações restritas. A CNN afirmou que muitos dos que estão saindo tinham voltado a seus postos havia pouco tempo, depois de terem sido retirados durante a guerra com o Irã. A porta-voz da AFSA, Nikki Gamer, estava entre as pessoas citadas pela CNN.
A CNN afirmou que as medidas chegam no momento em que os Houthis intensificaram os ataques à Arábia Saudita e em que Donald Trump sugeriu que poderia retomar os bombardeios ao Irã depois das eleições legislativas de meio de mandato. A CNN disse que Israel tem pressionado por uma ação mais imediata, sem sucesso até agora. Ajustes de pessoal também foram relatados em embaixadas na Jordânia, no Bahrein, no Catar, nos Emirados Árabes Unidos e no Líbano. Em 15 de outubro, ataques ao Irã com bombas antibunker estavam em análise. Somados a esses relatos, a redução de pessoal é um passo concreto, não apenas um novo sinal.
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