CRH Americas conclui fusão com a Arcosa; acionistas recebem US$ 150 em dinheiro por ação
As ações da Arcosa são retiradas da Bolsa de Nova York e da NYSE Texas, e cerca de US$ 450,1 milhões devidos sob seu contrato de crédito são quitados.
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CRH Americas, uma subsidiária da CRH, concluiu sua fusão com a Arcosa. A fusão entrou em vigor em 23 de outubro de 2026. A Arcosa agora é uma subsidiária integral da CRH Americas. Os acionistas receberam US$ 150 em dinheiro por ação. O total pago em dinheiro pelas ações ordinárias e pelos programas de remuneração em ações liquidados em dinheiro foi de cerca de US$ 7,5 bilhões.
As ações da Arcosa foram suspensas e retiradas da Bolsa de Nova York e da NYSE Texas antes da negociação na data do fechamento. Todo o conselho de administração e a diretoria executiva da Arcosa renunciaram. Os diretores e executivos da subsidiária responsável pela fusão assumiram seus lugares. A Arcosa encerrou seu contrato de crédito e quitou cerca de US$ 450,1 milhões que devia sob ele.
O fechamento formaliza o que o mercado já precificava desde junho. A Arcosa agora existe apenas como um direito a US$ 150 por ação em dinheiro. Seu histórico operacional passa para a CRH Americas, e seu contrato de crédito é encerrado. A atenção se volta para a atualização da CRH em 29 de outubro. Os investidores vão procurar ali como a aquisição de US$ 8,5 bilhões e a venda das usinas de asfalto, exigida por Nova Jersey, afetam a projeção para o ano inteiro. Também vão observar o índice de alavancagem pro forma, medida da dívida em relação aos lucros apresentada como se a operação já tivesse sido concluída. Esse índice foi sinalizado em 2,4 vezes em junho. Nada na conclusão altera esses termos. O verdadeiro teste do valor da aquisição vem com essa projeção.
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