Fluxos de petróleo pelo Estreito de Ormuz voltam em direção aos níveis pré-guerra enquanto o diesel aperta
Ataques a refinarias russas e embarques restritos mantêm o diesel apertado, e um embarque planejado de 40.000 toneladas de diesel russo para os EUA está atraindo críticas políticas.
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Mapa: O Golfo e Ormuz, com Estreito de Ormuz
Os fluxos de petróleo pelo Estreito de Ormuz estão se recuperando em direção aos níveis pré-guerra. A Aramco afirmou que suas instalações em Yanbu e Shaybah não apresentam danos, depois de semanas de ataques com minas, incêndios e interceptações de mísseis perto do estreito. As refinarias de Yanbu têm sustentado as exportações de petróleo da Arábia Saudita desde que o estreito foi fechado.
O diesel é um quadro diferente. Ataques a refinarias russas e embarques restritos mantêm o mercado apertado, mesmo com o petróleo cedendo. Um embarque planejado de 40.000 toneladas de diesel russo para os EUA provocou críticas políticas. Trump já havia prometido que os barris russos trariam alívio.
Sobre a reabertura, um clérigo em Khuzestan que representa o Líder Supremo do Irã afirmou que qualquer reabertura deve ocorrer dentro dos arranjos e condições do Irã. A disputa sobre a sequência das medidas tem travado todas as propostas em nível nacional desde o fim de setembro. Teerã exige que o bloqueio seja suspenso primeiro.
O alívio no petróleo contrasta com uma série de ataques com minas, incêndios e afundamentos de navios-tanque registrados até meados de outubro. Washington e Teerã têm apresentado, repetidamente, números conflitantes sobre o volume que passa pelo estreito. Com o trânsito de petróleo se recuperando e o diesel ainda apertado, a pressão sobre o mercado mais amplo agora passa pelos custos de combustíveis, e não pelo prêmio de risco nos preços do petróleo que dominou a cobertura do estreito.
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