Estados Unidos ordenam saída de funcionários não emergenciais da Arábia Saudita
A ordem segue um alerta da embaixada emitido no dia anterior e atinge neste mês os aeroportos de Riad e Jidá e a sede da Aramco em Dhahran
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Mapa: Oriente Médio, com Riad, Jidá
O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou a saída de funcionários públicos não emergenciais e de seus familiares da Arábia Saudita. A medida vai além do alerta da embaixada emitido no dia anterior e representa o passo de proteção mais forte antes de uma evacuação total.
O movimento afirmou depois que se preparava para uma escalada generalizada.
O alerta da Embaixada dos EUA no dia anterior citou ataques dos houthis contra a Arábia Saudita, na sequência de ataques confirmados ao aeroporto de Riad e à sede da Aramco em Dhahran. As operações de voo no Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, foram suspensas no início deste mês, quando a campanha dos houthis chegou à capital saudita. Na segunda-feira, 19 de outubro, uma fonte militar houthi advertiu companhias aéreas a se afastarem do espaço aéreo saudita, e foi relatada uma explosão em Riad que as autoridades sauditas ainda não haviam confirmado nem explicado. O United States Oil Fund recuou 0,18% para US$ 161,47 por ação naquele dia, após uma reivindicação houthi de novos ataques à infraestrutura saudita.
O Reino Unido realiza missões defensivas e a França mobiliza recursos militares ao lado da Arábia Saudita. A ordem dos EUA acrescenta um sinal oficial americano de que o risco para pessoal e operações no reino deixou de ser monitoramento de rotina, depois de um mês que já incluiu ataques a dois grandes aeroportos e à sede da Aramco em Dhahran.
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