Diretor financeiro da Philip Morris vê lucro do ano inteiro na metade intermediária ou inferior da faixa projetada
A empresa elevou sua faixa projetada de lucro ajustado por ação de 2026 para US$ 8,29 a US$ 8,44 após os resultados do terceiro trimestre divulgados nesta semana.
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Gráfico: PM, preços por minuto, dois pregões
O diretor financeiro da Philip Morris International afirma que o lucro ajustado por ação do ano inteiro deve ficar na metade intermediária ou na metade inferior da faixa projetada pela companhia, de US$ 8,29 a US$ 8,44.
O comentário segue os resultados do terceiro trimestre, em que o lucro ajustado diluído por ação subiu 5,4%, para US$ 2,36, acima da estimativa média dos analistas, de US$ 2,30, segundo o comunicado de resultados da companhia. A receita líquida avançou 5,5%, ou 7,1% em base orgânica, para US$ 11,4 bilhões, valor que, de acordo com o GuruFocus, ficou acima da estimativa de consenso de US$ 11,34 bilhões. O lucro diluído por ação reportado, que inclui itens não recorrentes, caiu 4,9%, para US$ 2,12, e o lucro líquido atribuível aos acionistas somou US$ 3,31 bilhões. O resultado operacional subiu 14,1%, ou 10,5% em base orgânica.
A faixa do ano foi elevada junto com esses resultados, embora o comunicado da companhia tenha descrito a revisão como feita "apenas por câmbio".
O tom do diretor financeiro surge poucos dias depois da elevação da faixa, mesmo com a receita e o lucro ajustado do terceiro trimestre tendo ficado acima das estimativas de Wall Street. Sem recompras de ações previstas para 2026, a Philip Morris tem menos margem para compensar qualquer nova queda nos lucros, o que faz com que os comentários sobre a projeção sejam um sinal mais direto da demanda subjacente do que a própria faixa elevada sugeria.
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