Uber diz que tribunal de Londres rejeita ações de £340 milhões de taxistas black cab
Uber diz que ações movidas por cerca de 13.000 motoristas de black cab e por dois ex-operadores foram rejeitadas, afirma a própria Uber
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Gráfico: UBER, preços por minuto, três horas antes e depois
Uber afirmou que um tribunal de Londres rejeitou ações no valor de £340 milhões movidas por motoristas licenciados de black cab e por dois ex-operadores de private hire, Kabbee e Iride.
As ações, protocoladas em 2024, alegavam que a Uber operou ilegalmente sob sua licença de private hire em Londres entre 2012 e março de 2018, o que teria custado aos taxistas licenciados ganhos significativos, segundo o Taxi Point. Cerca de 13.000 motoristas estavam envolvidos, com o Mishcon de Reya representando o grupo, segundo o próprio Mishcon de Reya.
O caso chegou à Commercial Court da High Court como uma audiência preliminar sobre se as ações estavam prescritas, e não como uma audiência sobre o mérito das alegações, segundo o The Lawyer. A Uber argumentou que as ações ultrapassavam o limite de seis anos estabelecido pelo Limitation Act 1980 e que os autores não conseguiam cumprir o ônus da prova necessário para estender esse prazo, segundo o City AM.
O resultado elimina uma das maiores ações judiciais pendentes contra as operações da Uber em Londres, um mercado em que a empresa passou anos contestando disputas sobre seu direito de operar e sobre a forma como classifica seus motoristas. Uma derrota teria acrescentado uma nova e grande obrigação financeira à pressão regulatória e reputacional que a Uber já enfrenta no Reino Unido. A rejeição das ações movidas tanto por motoristas individuais quanto por ex-operadores também reduz o espaço para litígios coletivos semelhantes contra a empresa no país, embora deixe em aberto questões mais amplas sobre como os reguladores britânicos tratam as plataformas de transporte por aplicativo.
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