Petróleo dos EUA sobe 1,47% para US$ 159,62 enquanto o petróleo bruto caminha para a marca de US$ 100
O movimento segue a alta de 3,03% de quinta-feira, para US$ 97,97 por barril, com as preocupações com a oferta no Oriente Médio e a parada de uma refinaria russa mantendo os preços elevados
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Gráfico: USO, um fundo que acompanha o petróleo bruto, fechamentos diários antes e depois
Os contratos futuros de petróleo bruto dos EUA sobem mais de US$ 2 nesta sexta-feira, ampliando o ganho de quinta-feira e empurrando o preço em direção ao patamar de US$ 100 por barril. O petróleo bruto fechou a quinta-feira a US$ 97,97, em alta de 3,03%, ou US$ 2,88 no dia.
O documento atribui a alta às preocupações persistentes com a oferta no Oriente Médio e à parada de uma refinaria russa. A refinaria de Ryazan, na Rússia, tem uma de suas principais unidades paralisada desde um ataque com drones em 15 de outubro, segundo duas fontes. O ministro de Energia, Alexander Novak, afirmou que drones atingiram as refinarias de Saratov e de Ryazan.
Um funcionário ucraniano afirmou que um ataque noturno a uma refinaria russa foi uma resposta a ataques com mísseis e drones que romperam a trégua energética proposta por Washington. O Financial Times informou que a Rússia é suspeita de ter atacado dois petroleiros em águas da OTAN e, em separado, que os EUA consideram descongelar ativos russos para reavivar as negociações sobre a Ucrânia, em meio a novos ataques com drones a refinarias russas.
Ataques ucranianos a refinarias russas têm superado repetidamente a diplomacia de diesel por contenção de Washington, enquanto Moscou continua a descrever qualquer estrutura de cessar-fogo dos EUA como não resolvida. Uma alta sustentada em direção a US$ 100 marcaria a passagem de oscilações impulsionadas por retórica para um mercado que precifica barris reais perdidos, uma mudança que importa para as ações em geral, dado o que custos de energia mais altos e duradouros significariam para a inflação e para o consumo das famílias.
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