Unidade da refinaria de Ryazan segue parada após ataque com drone em 15 de outubro
A refinaria russa de Ryazan interrompeu uma de suas principais unidades desde um ataque com drone em 15 de outubro, segundo duas fontes.
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Mapa: Europa, com Ryazan
A refinaria russa de Ryazan mantém uma de suas principais unidades de processamento fora de operação desde um ataque com drone em 15 de outubro, segundo duas fontes. A paralisação é a primeira confirmação de que os danos causados pelo ataque, e não apenas impactos relatados, tiraram uma unidade de operação.
O ministro de Energia, Aleksandr Novak, disse que drones atingiram as refinarias de Saratov e de Ryazan na quarta-feira, 14 de outubro, confirmando que duas refinarias russas distintas foram alvo de ataques naquele dia. Vladimir Putin havia descrito como insignificantes os danos dessa rodada de ataques.
Um funcionário ucraniano afirmou que um ataque noturno a uma refinaria russa foi uma retaliação aos ataques russos com mísseis e drones, que romperam a trégua energética que Washington vinha pressionando para manter. O Financial Times informou que Washington está considerando descongelar ativos russos para reativar as negociações com a Ucrânia, mesmo enquanto novos ataques a refinarias complicam esse esforço.
Uma paralisação prolongada em uma das maiores refinarias da Rússia, e não um dano reportado que depois é desmentido, contrariaria a própria posição do Kremlin de que o diesel russo começou a chegar aos mercados globais sem estabilizá-los por completo. Os contratos futuros de diesel já subiram por dúvidas sobre se o acordo de exportação EUA-Rússia acrescenta oferta real, e uma interrupção prolongada em Ryazan reduz o volume físico de barris disponíveis justamente quando Washington pressiona para que as exportações avancem antes das eleições de meio de mandato.
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