C.H. Robinson divulga lucro e receita do terceiro trimestre acima das projeções
As ações recuavam 1,5%, a US$ 141,41, no pré-mercado, antes da abertura da sessão regular às 9h30, horário de ET.
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Gráfico: CHRW, preços por minuto, três pregões
C.H. Robinson divulgou lucro no terceiro trimestre de US$ 1,80 por ação, US$ 0,01 acima das expectativas. A receita somou US$ 5,36 bilhões, ante US$ 5,01 bilhões esperados.
Dave Bozeman, presidente-executivo da companhia, disse que seu modelo operacional Lean e a tecnologia de IA vão garantir uma integração bem-sucedida da RXO. Ele afirmou que o resultado será diferente das aquisições passadas do setor. Citou as mesmas ferramentas, que, segundo ele, já transformaram os negócios da companhia na NAST e na Global Forwarding.
A maior preocupação do mercado com o negócio é que os ganhos de escala sejam consumidos pelos custos de integração, como ocorreu em fusões passadas no setor de corretagem de frete. As declarações de Bozeman tratam dessa preocupação de forma direta, ao apontar as ferramentas que a companhia atribui aos resultados da NAST e da Global Forwarding.
A C.H. Robinson espera que sua alíquota efetiva de imposto para o ano fiscal de 2026, ou seja, a parcela do lucro paga em impostos, fique entre 18% e 20%. A empresa prevê despesas de capital, ou gastos com ativos de longo prazo, de US$ 65 milhões a US$ 75 milhões em 2026. A companhia prometeu sinergias de US$ 300 milhões, isto é, economias e ganhos decorrentes da combinação dos dois negócios, e um prazo de nove meses para que a operação passe a somar ao lucro por ação.
O resultado acima do esperado chega num momento em que a companhia precisa mostrar que consegue conduzir bem seus negócios enquanto absorve a RXO. A nova orientação para impostos e investimentos dá aos investidores uma base mais clara para avaliar se as sinergias de US$ 300 milhões e o prazo de nove meses se confirmam quando a RXO for incorporada às contas da C.H. Robinson.
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