Carrier Global eleva projeção de vendas para 2026 e estreita faixa de lucro
A receita do terceiro trimestre chegou a US$ 6,26 bilhões, acima dos US$ 6,19 bilhões esperados.
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Gráfico: CARR, preços por minuto, três pregões
A Carrier Global elevou sua projeção de vendas para 2026, para uma faixa de US$ 23,8 bilhões a US$ 24,0 bilhões. A empresa havia previsto anteriormente cerca de US$ 23 bilhões. O lucro por ação (EPS, na sigla em inglês), o lucro atribuído a cada ação, foi de US$ 0,87 no terceiro trimestre, US$ 0,09 acima das expectativas. A receita do trimestre foi de US$ 6,26 bilhões, ante US$ 6,19 bilhões esperados.
Para o ano inteiro, a Carrier estreitou sua projeção de EPS ajustado para US$ 2,85 a US$ 2,90. Antes, previa cerca de US$ 2,90. A companhia manteve suas projeções de lucro operacional ajustado de cerca de US$ 3,5 bilhões e de fluxo de caixa livre, o caixa que sobra após os investimentos de capital, de cerca de US$ 2 bilhões. Espera devolver cerca de US$ 2,3 bilhões aos acionistas em 2026, por meio de dividendos e recompras de ações.
O presidente e CEO David Gitlin afirmou que a carteira de pedidos recorde (backlog) e a demanda contínua dão à empresa confiança para entregar, em 2026, crescimento orgânico de vendas e de EPS ajustado de dois dígitos. Ele também disse que a empresa espera que esse embalo continue em 2027. O crescimento orgânico exclui os efeitos de aquisições e de variações cambiais.
A projeção de vendas agora fica acima da visão de cerca de US$ 23 bilhões que a empresa havia dado após o segundo trimestre. A projeção de lucro foi estreitada, e não elevada, e seu ponto médio fica levemente abaixo do número anterior. A meta de crescimento depende de pedidos já contratados se transformarem em vendas e lucro. O lucro operacional ajustado de cerca de US$ 3,5 bilhões e o fluxo de caixa livre de cerca de US$ 2 bilhões são as métricas a acompanhar para saber se isso acontece.
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